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O cristianismo é verdadeiramente global. Mais significativamente, “a mudança do centro de gravidade da igreja do hemisfério norte para o sul não é meramente demográfica. Ela também se reflete na vitalidade e na crescente influência do cristianismo não-ocidental”. Esta é uma das principais tendências contemporâneas do cristianismo global explicada na Enciclopédia Cristã Mundial, 3ª edição, editada por Todd Johnson e Gina Zurlo, Co-Diretores do Centro de Estudos de Cristianismo Global do Seminário Teológico Gordon-Conwell.

Estamos gratos por ter Todd e Gina contribuindo com o primeiro artigo desta edição, “O Cristianismo está encolhendo ou deslocando-se?”, dando-nos uma prévia de algumas das descobertas desta edição mais recente da Enciclopédia Cristã Mundial. Leia o artigo para descobrir a resposta a essa pergunta e uma reflexão sobre o que significa uma família cristã verdadeiramente global.

A análise das tendências demográficas no mundo é essencial para equipar os influenciadores da missão global para a tarefa de tornar Jesus conhecido por diversos grupos de pessoas. Um desses grupos pertence à Geração Z, a geração mais jovem do nosso mundo com características distintas. Mas quem é a Geração Z? Como quais são suas características? E, mais importante, como podem ser alcançados com o evangelho? Ao abordar estas questões, Steve Moon, fundador e CEO do Charis Institute for Intercultural Studies, nos ajuda a compreendê-las mais profundamente em seu artigo, “O evangelho e a Geração Z”. Em sua conclusão, ele sugere três passos concretos pelos quais poderíamos passar do conhecimento à ação, fazendo “esforços conscientes para sermos culturalmente relevantes para alcançar a Geração Z com o evangelho”.

Reconhecendo que existem lacunas entre as gerações, o Movimento de Lausanne procura preencher essas lacunas, especialmente entre os líderes globais mais jovens. Em 2016, foi lançada uma estratégia de dez anos de engajamento com líderes mais jovens em todo o mundo, chamada de Geração de Líderes Jovens de Lausanne (GLJ). O próximo artigo, intitulado “Racismo e a Grande Comissão“, é da equipe Lausanne GLJ Empower. Neste artigo em duas partes, estamos trazendo vozes de todo o mundo, apresentando Caleb Davison (Presidente da Missional Resources, Movimento de Lausanne), Richard Coleman (Trabalhador Transcultural da TMS Global, Etiópia), Jennifer Javed Khan (Chefe da Senior School, Paquistão), Rebecca Yin Foo (Psicóloga Clínica e Conselheira de Jovens, Austrália), Paul Lewis (terceirizado e apologista, SCFSU Jamaica) e Susan Ann Samuel (Advogada no Tribunal Distrital, Kerala, Índia). Eles enfatizam a importância de abordar o racismo e “como nós, como cristãos, poderíamos trazer uma mudança em resposta à grande comissão de nosso Senhor”. ’

O preconceito inconsciente, seja ele geracional, racial ou vocacional, acabará levando ao conflito e à divisão dentro da sociedade e da igreja. Jenny Taylor, escritora, jornalista e consultora de mídia, revela a realidade do preconceito contra o jornalismo como uma vocação em “A sagrada responsabilidade do jornalismo“. Revendo a história do jornalismo e do cristianismo, ela redescobre que, em suas origens, “o jornalismo incorpora as virtudes e valores” da civilização cristã, como liberdade, justiça e verdade. A autora nos chama a embarcar em uma missão para restaurar “o jornalismo de interesse público”, reeducando “nós mesmos sobre o jornalismo como um sacramento de tudo o que valorizamos, se quisermos aproveitar esta oportunidade para resgatá-lo, e para a formação do mundo”.

“Os cristãos querem mudar o mundo estrategicamente, mudando o local de trabalho. O que isso significa para as pessoas com deficiência? pergunta Dave Deuel em “Um local de trabalho para Mefibosete“. Ele nos alerta que apenas uma pequena porcentagem das pessoas com deficiências no mundo inteiro está empregada. Poderia esta ser outra forma de preconceito da qual somos culpados? Referindo-se à história bíblica de Mefibosete na corte real do Rei David e analisando as atuais experiências no local de trabalho, Dave destaca lições úteis sobre “como podemos empregar pessoas com deficiências em papéis apropriados ao seu chamado e talentos”. Isto não é um ato de caridade, assim como ‘Mefibosete não é um objeto de piedade’. Mas, ao fazer isso, estamos transformando a cultura do local de trabalho e o mundo para melhor.

Esperamos que estes artigos fortaleçam nossa visão de uma família global verdadeiramente diversa, mas unida em Cristo.

A Análise Global de Lausanne também está disponível em inglês, espanhol e francês. Envie suas perguntas e comentários sobre esta edição para [email protected]. A próxima edição será lançada em maio de 2021.

Loun Ling  Lee serve como Editora da Análise Global de Lausanne. Ela possui experiência como Professora de Missão na Redcliffe College (Reino Unido), Diretora de Treinamento da AsiaCMS (Malásia), Diretora da MSI Professional Services (Malásia), Mobilizadora de missões com a OMF e Pastora na Grace Singapore Chinese Church (Cingapura).

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